Radar Digital: Quando usar a IA e quando revisar você mesmo
- Comunicação Certare
- 28 de abr.
- 1 min de leitura
Ferramentas de inteligência artificial, como o ChatGPT, já fazem parte da rotina de muita gente e podem ser grandes aliadas no dia a dia. Elas ajudam a redigir textos, organizar informações, resumir conteúdos e dar mais agilidade a tarefas que antes exigiam mais tempo.

Mas é importante lembrar: nem tudo o que a IA entrega deve ser usado diretamente, sem revisão.
A inteligência artificial não acessa sistemas internos da empresa, não conhece o histórico completo de um projeto e também não tem como considerar informações que não foram apresentadas no comando. Além disso, ela trabalha com base no que foi informado na conversa e no conhecimento com que foi treinada, o que significa que alguns dados podem não refletir atualizações recentes, normas vigentes ou contextos específicos.

Dentro da engenharia consultiva, esse cuidado é ainda mais importante.
Em algumas situações, a IA pode apoiar muito bem. É o caso de rascunhos de e-mails, resumos de reunião, estruturação de apresentações e primeiros textos de apoio. Nessas horas, ela contribui para acelerar a construção do conteúdo e organizar melhor as ideias.

Por outro lado, quando o assunto envolve informações técnicas, decisões de projeto, dados normativos, análises de viabilidade ou documentos que exigem precisão, a revisão humana é indispensável. Isso porque qualquer inconsistência pode gerar impactos relevantes no entendimento, na tomada de decisão e até na qualidade final da entrega.

A IA pode acelerar o processo, mas a responsabilidade pela validação continua sendo humana.




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